Wednesday, April 9, 2014

Catarata - Epidemiologia e Fatores de risco

Catarata - Epidemiologia e Fatores de risco

EPIDEMIOLOGIA – FATORES DE RISCO DE NATUREZA OCUPACIONAL CONHECIDOS
A ocorrência da catarata na população geral está, usualmente, associada à idade, podendo ser esperada
a partir dos 70 anos. Na maioria dos casos, é bilateral, embora apresentando uma progressão assimétrica. Estudos
epidemiológicos têm mostrado que a exposição à radiação ultravioleta é um fator importante para a ocorrência da
catarata senil. Tem sido observado que em pessoas com idade de 65 anos, ou acima, há uma incidência aumentada da
esclerose lenticular, em áreas geográficas com maiores períodos de exposição à luz solar. As cataratas traumáticas e
a congênita são menos comuns.

As cataratas de origem ocupacional geralmente aparecem na idade produtiva. A radiação infravermelha é
reconhecida como uma causa importante da catarata dos vidreiros, atuando sobre a íris e provocando exfoliação do
cristalino. Os indivíduos que trabalham em fornos de fundições ou laminação a quente de metais são sujeitos a este
tipo de catarata. As radiações ionizantes podem provocar catarata, descrita em trabalhadores da indústria nuclear,
fabricação de tubos de raios X, radiologistas, acometendo indivíduos jovens, com um tempo de latência de 2 a 3 anos.
Na catarata pela solda elétrica, a presença de queimadura nas pálpebras tem grande valor médico-
legal. Apresenta evolução insidiosa, surgindo após um longo intervalo da notificação do acidente. São unilaterais
em 2/3 dos casos.
Em trabalhadores expostos a esses agentes patogênicos, a catarata, com as características acima descritas
e excluídas outras causas não-ocupacionais, deve ser considerada como doença relacionada com o trabalho, do Grupo I
da Classificação de Schilling, em que o trabalho é considerado causa necessária.

Tuesday, April 8, 2014

Perfuração da membrana do tímpano - Prevenção da Doença

Perfuração da membrana do tímpano - Prevenção da Doença

PREVENÇÃO
Os procedimentos recomendados para a vigilância de trabalhadores expostos a níveis anormais de pressão
estão descritos no protocolo Barotrauma do ouvido médio (13.3.1) e para expostos a ruídos estão no protocolo perda da
audição provocada pelo ruído e trauma acústico (13.3.5).

Catarata - Definição da Doença

Catarata - Definição da Doença

CATARATA

1 DEFINIÇÃO DA DOENÇA – DESCRIÇÃO
Catarata é uma opacificação do cristalino, parcial ou completa, em um ou ambos os olhos, que interfere na
visão, podendo causar cegueira. Os diversos tipos de catarata são classificados de acordo com sua morfologia (tamanho,
forma e localização) ou etiologia (causa e período de ocorrência).
Apresentam grande variação etiológica e no grau de
densidade. Inúmeras doenças sistêmicas podem estar associadas à catarata, entre elas a rubéola congênita,
toxoplasmose congênita, galactosemia, hipoglicemia, a síndrome de Lowe, a distrofia miotônica, síndrome de Down,
diabetes, hipocalcemia, hipotireoidismo, doença de Wilson e uso tópico e/ou sistêmico de corticosteróides.
Os traumas oculares decorrentes da exposição aos raios X, calor e frio extremos, choque elétrico, contusão
ocular e ferimentos penetrantes também podem produzir catarata, assim como as uveítes, o glaucoma agudo, o
retinoblastoma e o descolamento de retina.



Fonte: Doenças do Trabalho

Neurite óptica - Quadro clínico e diagnóstico

Neurite óptica - Quadro clínico e diagnóstico

QUADRO CLÍNICO E DIAGNÓSTICO
A neurite óptica manifesta-se por uma baixa da acuidade visual e escotoma cecocentral, no campo visual.
De acordo com os achados ao exame oftalmoscópico, pode ser classificada em papilite, neurorretinite e neurite
retrobulbar. Nesta, o fundo de olho apresenta-se normal; na papilite, observa-se edema do disco óptico na fase aguda
e, na neurorretinite, apresenta-se edema de papila e exsudatos peripapilares, geralmente envolvendo a região macular.
Entre as neuropatias ópticas, as de origem tóxica representam o grupo mais importante, particularmente
no que se refere à sua relação com o trabalho. A exposição e absorção sistêmica de inúmeras substâncias podem
produzir lesão do nervo óptico. No quadro clínico, ressalta a queixa de perda da visão, bilateralmente. O exame de
fundo de olho pode mostrar edema de papila, nas fases iniciais, que evolui para atrofia óptica.
O mecanismo de produção das neuropatias tóxicas é desconhecido, supondo-se que a lesão ocorra não
apenas nos axônios, atingindo, também, as células ganglionares da retina. Não há tratamento específico, o que aumenta
a importância da prevenção. O prognóstico é variável, podendo ser observada uma melhora do quadro, mesmo na
presença de atrofia de fibras nervosas.



Fonte: Doenças do Trabalho

Queratite e queratoconjuntivite - Prevenção da Doença

Queratite e queratoconjuntivite - Prevenção da Doença

PREVENÇÃO
A prevenção da ceratite e ceratoconjuntivite relacionadas ao trabalho consiste na vigilância dos ambientes,
dos processos de trabalho e dos efeitos ou danos para a saúde, conforme descrito na introdução deste capítulo.
As medidas de controle ambiental visam à eliminação ou à redução da exposição, a níveis considerados
seguros, a agentes responsáveis pela ocorrência do quadro, entre eles, arsênio e seus compostos arsenicais, ácido
sulfídrico (sulfeto de hidrogênio) em exposições muito altas, radiação ionizante, radiação infravermelha, radiação
ultravioleta (a exposição ao ultravioleta, proveniente do arco voltaico da solda elétrica, é freqüente e extremamente
lesiva), por meio de:
- enclausuramento de processos e isolamento de setores de trabalho, se possível, utilizando sistemas
hermeticamente fechados;
- normas de higiene e segurança rigorosas, incluindo sistemas de ventilação exaustora adequados e
eficientes;
- monitoramento sistemático das concentrações no ar ambiente;
- formas de organização do trabalho que permitam diminuir o número de trabalhadores expostos e o
tempo de exposição;
- medidas de limpeza geral dos ambientes de trabalho e facilidades de higiene pessoal, recursos para
banhos, lavagem das mãos, braços, rosto e troca de vestuário. Devem ser garantidos os recursos
adequados para o atendimento de situações de emergência, uma vez que o contato ou respingos de
substâncias químicas nos olhos podem ameaçar a visão, como chuveiros ou duchas lava-olhos em
locais rapidamente acessíveis. Os trabalhadores devem estar treinados para proceder imediatamente
à lavagem dos olhos, com água corrente, por no mínimo cinco minutos, sendo em seguida encaminhados
para avaliação especializada por oftalmologista;
- fornecimento, pelo empregador, de equipamentos de proteção individual adequados, de modo
complementar às medidas de proteção coletiva, como óculos de segurança.
Recomenda-se a verificação do cumprimento, pelo empregador, de medidas de controle dos fatores de
riscos ocupacionais e acompanhamento da saúde do trabalhador prescritas na legislação trabalhista e nos regulamentosDOENÇAS RELACIONADAS AO TRABALHO
– sanitários e ambientais – existentes nos estados e municípios. Recomenda-se consultar a NR 15, que define os LT
das concentrações em ar ambiente de algumas substâncias químicas. É possível que efeitos oculares ocorram mesmo
em concentrações abaixo dos LT permitidos, devendo tal fato ser registrado e acompanhado pelos setores de saúde e
segurança das empresas e das equipes de vigilância do SUS.

No exame médico periódico, além do exame clínico completo, recomenda-se a utilização de instrumentos
padronizados e a realização dos exames complementares indicados pela natureza da exposição ocupacional, incluindo,
se necessário, exame oftalmológico, informações epidemiológicas e análises toxicológicas, dependendo da exposição:
- a dosagem de arsênio na urina presta-se mais à avaliação de exposições recentes;
- no monitoramento biológico de expostos ao arsênio – VR na urina de até 10 µg/g de creatinina e IBMP
de 50 µg/g de creatinina;
- para o flúor e fluoretos – VR de até 0,5 mg/g de creatinina e IBMP de 3 mg/g de creatinina, no início da
jornada, e de 10 mg/g de creatinina, no final da jornada.

Esses índices podem não guardar correlação com a ocorrência de conjuntivites, porém devem ser avaliados
periodicamente.
Os procedimentos recomendados para vigilância da exposição às radiações ionizantes estão no item 5 do
protocolo Neoplasia maligna dos ossos e cartilagens articulares dos membros (7.6.7), no capítulo 7.
Suspeita ou confirmada a relação da doença com o trabalho, deve-se:
- informar ao trabalhador;
- examinar os expostos, visando a identificar outros casos;
- notificar o caso aos sistemas de informação em saúde (epidemiológica, sanitária e/ou de saúde do
trabalhador), por meio dos instrumentos próprios, à DRT/MTE e ao sindicato da categoria;
- providenciar a emissão da CAT, caso o trabalhador seja segurado pelo SAT da Previdência Social,
conforme descrito no capítulo 5;
- orientar o empregador para que adote os recursos técnicos e gerenciais adequados para eliminação ou
controle dos fatores de risco.


Fonte: Doenças do Trabalho

Tuesday, April 1, 2014

Queratite e queratoconjuntivite - Tratamento

Queratite e queratoconjuntivite - Tratamento

4 TRATAMENTO E OUTRAS CONDUTAS
Nas ceratites devem ser tratados os fatores predisponentes, como a falta de lágrimas, as alterações
palpebrais e das vias lacrimais, moléstias e vícios debilitantes, contaminação do canal do parto e os agentes envolvidos
na inflamação. Nas ceratites traumáticas, o corpo estranho, como, por exemplo, limalha de ferro ou ferrão de inseto,
deve ser removido. No caso de contato com substâncias químicas e venenosas, como a cal, estas devem ser lavadas.

A ceratoconjuntivite epidêmica é doença infecciosa

A ceratoconjuntivite epidêmica é doença infecciosa

A ceratoconjuntivite epidêmica é doença infecciosa caracterizada por pequeno exsudato conjuntival, opacidades
subepiteliais da córnea, ceratite puntiforme superficial, regionais e presença de sintomatologia geral, com cefaléia. Tem
sido associada à presença do adenovírus e é conhecida como ceratoconjuntivite viral ou doença de Sanders.

Monday, March 31, 2014

Queratite e queratoconjuntivite - Quadro clínico e diagnóstico

Queratite e queratoconjuntivite - Quadro clínico e diagnóstico

3 QUADRO CLÍNICO E DIAGNÓSTICO
No quadro clínico das ceratites predomina a dor ocular. A fotofobia e o lacrimejamento podem, eventualmente,
refletir-se sobre a acuidade visual, com borramento da visão.

Úlceras por fungos

Úlceras por fungos

Úlceras por fungos têm sido descritas em trabalhadores na agricultura devido a uma inoculação maciça do
agente (Candida, Fusarium, Aspergillus, Penicillium, Cephalosporium e outros), mas podem ser observadas também
em populações urbanas, a partir da introdução dos corticosteróides na terapêutica oftalmológica. Entre as ceratites por
vírus são importantes aquelas causadas pelo vírus do herpes simples (HSV) e pelo vírus da varicela-zoster, podendo
ocorrer também como uma complicação vacinal. As ceratoconjuntivites provocadas por clamídias, no tracoma e no
linfogranuloma venéreo, podem comprometer gravemente a visão, causando cegueira.
A úlcera corneana típica, associada à avitaminose A, embora rara, é geralmente bilateral, de localização
central, podendo evoluir para necrose com perfuração da córnea.
O acometimento do nervo trigêmeo, decorrente de trauma, cirurgia, tumor ou inflamação, pode levar à
ceratite neuroparalítica, com perda da sensibilidade da córnea (um de seus mecanismos de defesa), à ulceração e à
infecção.

Sunday, March 30, 2014

Queratite e queratoconjuntivite - Epidemiologia e Fatores de risco

Queratite e queratoconjuntivite - Epidemiologia e Fatores de risco

2 EPIDEMIOLOGIA – FATORES DE RISCO DE NATUREZA OCUPACIONAL CONHECIDOS
Os mecanismos básicos de produção das ceratites podem ser inflamatórios ou degenerativos.
Em jovens, o trauma ocular e o uso de lentes de contato podem ser fatores predisponentes importantes de
lesão de córnea. Em indivíduos mais idosos, a doença corneana crônica (ceratite “sicca” e herpes), o trauma cirúrgico,
a ceratopatia bolhosa e o entrópio são predisponentes.



Fonte: Doenças do Trabalho

Queratite e queratoconjuntivite - Definição da Doença

Queratite e queratoconjuntivite - Definição da Doença

QUERATITE E QUERATOCONJUNTIVITE CID-10 H16

DEFINIÇÃO DA DOENÇA – DESCRIÇÃO
Queratite ou ceratite é uma inflamação da córnea, que pode ser provocada por bactérias, fungos, vírus,
clamídias, protozoários, drogas (medicação antiviral e antibióticos de amplo espectro ou específicos, antiprotozoários
e antiinflamatórios), avitaminose A, processos imunológicos, lesão do nervo trigêmeo, situações nas quais a córnea
não esteja adequadamente umedecida e coberta pelas pálpebras (exoftalmo, ectrópio, trauma de pálpebra, paralisia
de Bell) e a exposição a certos agentes químicos e físicos presentes nos ambientes de trabalho.

Saturday, March 29, 2014

Conjuntivite relacionada ao trabalho - Prevenção

Conjuntivite relacionada ao trabalho - Prevenção

5 PREVENÇÃO
A prevenção da conjuntivite relacionada ao trabalho consiste na vigilância dos ambientes, das condições
de trabalho e dos efeitos ou danos para a saúde, conforme descrito na introdução deste capítulo.
As medidas de controle ambiental visam à eliminação ou à redução da exposição, a níveis considerados
seguros, a agentes responsáveis pela ocorrência do quadro, como, por exemplo, ácido sulfídrico (sulfeto de hidrogênio),
acrilatos, arsênio e seus compostos arsenicais, berílio e seus compostos tóxicos, cimento, cloreto de etila, enzimas de
origem animal, vegetal ou bacteriana, flúor e seus compostos tóxicos, furfural e álcool furfurílico, iodo, isocianatos
orgânicos, radiações ionizantes, radiações ultravioleta, selênio e seus derivados, tetracloreto de carbono, reduzindo a
incidência da doença nos trabalhadores expostos, por meio de:
- enclausuramento de processos e isolamento de setores de trabalho, se possível utilizando sistemas
hermeticamente fechados;
- normas de higiene e segurança rigorosas, incluindo sistemas de ventilação exaustora adequados e
eficientes, colocação de anteparos e barreiras;
- monitoramento ambiental sistemático;
- formas de organização do trabalho que permitam diminuir o número de trabalhadores expostos e o
tempo de exposição;

Friday, March 28, 2014

Secreção conjuntival - Tratamento

Secreção conjuntival - Tratamento

4 TRATAMENTO E OUTRAS CONDUTAS
Deve ser precedido da coleta de material para exame citológico e microbiológico
com cultura e antibiograma da secreção conjuntival.
Podem ser usados:
- substitutos das lágrimas, nos casos de deficiência lacrimal;
- antialérgicos, nos quadros de etiologia alérgica;
- antimicrobianos, segundo o tipo de microorganismo;
- compressas frias nas conjuntivites adenovirais;
- remoção de corpúsculo de Molluscum contagiosum;
- corticosteróides e ciclosporina, usados com critério;
- cuidados gerais: limpeza eficaz da exsudação, cuidados com a nutrição, afastamento de substâncias
irritativas e tóxicas e evitar esfregar os olhos.

O diagnóstico de um quadro de conjuntivite

O diagnóstico de um quadro de conjuntivite

O diagnóstico de um quadro de conjuntivite baseia-se na história clínica e no exame oftalmológico.
No diagnóstico diferencial das conjuntivites com as demais causas de olhos vermelhos, dolorosos ou olhos
irritados, é importante afastar as ceratites, as irites e o glaucoma agudo.

Thursday, March 27, 2014

Peso em volta dos olhos - Quadro clínico e diagnóstico

Peso em volta dos olhos - Quadro clínico e diagnóstico

3 QUADRO CLÍNICO E DIAGNÓSTICO
Os sintomas mais freqüentes são a sensação de corpo estranho (semelhante à presença de areia),
queimação, peso em volta dos olhos, prurido e, nos casos em que a córnea está afetada, dor e fotofobia.
Os sinais mais importantes nas conjuntivites são a hiperemia, mais evidente na conjuntivite
aguda, lacrimejamento, exsudação, ptose mecânica, hipertrofia papilar, quemose,
foliculite pseudomembranosa ou membranosa, granulomas e adenopatia pré-auricular.

A sensação de corpo estranho, areia ou queimação está associada à hipertrofia das papilas, que,
habitualmente, acompanha a hiperemia conjuntival. A dor mais intensa ao despertar,
que melhora durante o dia, sugere uma infecção estafilocócica, ao passo que uma dor mais
intensa durante o dia sugere a ceratoconjuntivite sicca não tratada, de etiologia auto-imune.
A conjuntivite irritativa manifesta-se desde uma simples hiperemia até a necrose,
dependendo do irritante e da intensidade da exposição.

Cimento tem um efeito abrasivo sobre a camada córnea

Cimento tem um efeito abrasivo sobre a camada córnea

A ação alcalina do cimento tem um efeito abrasivo sobre a camada córnea,
removendo o manto lipídico, podendo ocasionar ceratólise e exulceração.
Entre os fatores que concorrem para o aparecimento da lesão estão os
constitucionais, como a xerose, atopia e ictiose; fatores ligados ao meio ambiente
(frio, calor, umidade e microtraumatismos), além de fatores do próprio agente,
como suas propriedades abrasiva, alcalina e higroscópica.

A exposição ocupacional às radiações infravermelho pode provocar conjuntivites, como a descrita em
forjadores e outros trabalhadores siderúrgicos, associada ou não a outros tipos de acometimento, como a catarata. A
exposição às radiações ionizantes pode provocar conjuntivite e levar à síndrome do olho seco. A exposição ao berílio,
sob a forma de sais e/ou poeira, pode causar, além da doença pulmonar aguda ou crônica, dermatite de contato,
granulomas de pele e irritação de mucosas, nasofaringite, traqueobronquite, faringite e conjuntivite.

Entre os agentes causadores de conjuntivite estão os seguintes:
- ácido sulfídrico (sulfeto de hidrogênio);
- acrilatos;
- arsênio e seus compostos arsenicais;
- berílio e seus compostos tóxicos;
- cimento;
- cloreto de etila;
- enzimas de origem animal, vegetal ou bacteriana;
- flúor e seus compostos tóxicos;
- furfural e álcool furfurílico;
- iodo;
- isocianatos orgânicos;
- outros solventes halogenados tóxicos;
- radiações ionizantes;
- radiações ultravioleta;
- selênio e seus derivados;
- tetracloreto de carbono.